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Quero amar o que só você amou
Quebrar todos os meus espelhos
Meu melhor reflexo é teus olhos
Preso a imagem que carrego
Peço-te que reflita ao me refletir
Liberte-me do eu a que me prendo
Devolve-me a liberta prisão do amor
Para que eu veja o que sou...
Um espírito inefável fora do rumo
Dos místicos vôos do coração
Convida-me e aceitarei sentar-me
Junto à fogueira de tuas entranhas
Sentirei teu fogo queimar-me a carne
Tua chama iluminar meu escuro
Então sairei de dentro de mim
Parido por tu, serei teu filho...
Édipo novo de novo e para sempre
E dançaremos com o vento...
Correremos com os rios...
Amaremos com a lua e os poetas
Em meio às ruas do desejo
Entregando-se sem medo a cada...
... Nova manhã
(AlexSimas)
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Prisional...
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No largo de teus olhos reencontrei meu sorriso
Num labirinto de beijos meu fôlego se perdeu
Por entre lábios e soluços afogado na paixão
Resgatei o amor do qual havia me perdido
Liberto do meu sonho de liberdade
Acorrentei minha alma a tua
Tornei-me carcereiro de mim mesmo
Para deixar fugir o medo de ser feliz
(AlexSimas)
No largo de teus olhos reencontrei meu sorriso
Num labirinto de beijos meu fôlego se perdeu
Por entre lábios e soluços afogado na paixão
Resgatei o amor do qual havia me perdido
Liberto do meu sonho de liberdade
Acorrentei minha alma a tua
Tornei-me carcereiro de mim mesmo
Para deixar fugir o medo de ser feliz
(AlexSimas)
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Lânguido...
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Acolheu-me o chão frio e duro
Onde me encolho para lamber
As feridas da alma surrada...
A dor... Tão intensa que já não a sinto
Os sonhos agora perdidos são como um
Móbile sobre o berço, vejo, quero...
...Mas não os alcanço
As lembranças sobre as quais passeio
Cortam-me a carne quais cacos de vidro
Espatifados no chão da memória
Não choro... Não sinto... Não vivo...
Não mais, sem nada, vazio, perdido
Sentido sem sentido combalido
Uma navalha, uma banheira...
...Falta água
Chão frio, muito frio...
Noite escura muito escura...
Corpo, alma, chão, cão
Frio, escuro, mudo, amargo
E essa água que não chega...
(Alexandre Costa)
Acolheu-me o chão frio e duro
Onde me encolho para lamber
As feridas da alma surrada...
A dor... Tão intensa que já não a sinto
Os sonhos agora perdidos são como um
Móbile sobre o berço, vejo, quero...
...Mas não os alcanço
As lembranças sobre as quais passeio
Cortam-me a carne quais cacos de vidro
Espatifados no chão da memória
Não choro... Não sinto... Não vivo...
Não mais, sem nada, vazio, perdido
Sentido sem sentido combalido
Uma navalha, uma banheira...
...Falta água
Chão frio, muito frio...
Noite escura muito escura...
Corpo, alma, chão, cão
Frio, escuro, mudo, amargo
E essa água que não chega...
(Alexandre Costa)
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Abstração...
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Bebi de teu amor no cálice da madrugada
Enquanto a manhã desabrochava no brilho de teus olhos
Enternecido sentei-me à soleira de meu coração
Pus-me a cantarolar uma cantiga antiga…
…Uma cantiga de ninar.
A fábula de que a letra falava era uma mistura de alegria e cor
De seres encantados vivendo uma eterna e utópica historia de amor
Qual infante apaixonado acreditei no ardil de tuas palavras
Desarmai minha alma, te deixei entrar para vivermos a canção...
Em ânsia louca te amei, teci sonhos insanos de um amor apaixonado
Minha felicidade tinha nome e endereço...
Teu sorriso bastava para iluminar minha noite mais escura
Éramos os dançarinos da caixinha de musica em eterno bailar
Então descobri que amar é sofrer tanto quanto querer...
Que o pérfido monstro da mentira escondia-se sob minha cama
De onde saiu ofuscando-te o sorriso e calando a cantiga...
Desculpa se a canção não é mais sentida
Desculpa pela lágrima perdida
Você mentiu para mim...
(AlexSimas)
Bebi de teu amor no cálice da madrugada
Enquanto a manhã desabrochava no brilho de teus olhos
Enternecido sentei-me à soleira de meu coração
Pus-me a cantarolar uma cantiga antiga…
…Uma cantiga de ninar.
A fábula de que a letra falava era uma mistura de alegria e cor
De seres encantados vivendo uma eterna e utópica historia de amor
Qual infante apaixonado acreditei no ardil de tuas palavras
Desarmai minha alma, te deixei entrar para vivermos a canção...
Em ânsia louca te amei, teci sonhos insanos de um amor apaixonado
Minha felicidade tinha nome e endereço...
Teu sorriso bastava para iluminar minha noite mais escura
Éramos os dançarinos da caixinha de musica em eterno bailar
Então descobri que amar é sofrer tanto quanto querer...
Que o pérfido monstro da mentira escondia-se sob minha cama
De onde saiu ofuscando-te o sorriso e calando a cantiga...
Desculpa se a canção não é mais sentida
Desculpa pela lágrima perdida
Você mentiu para mim...
(AlexSimas)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
As Razões da Emoção
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Tão difícil calar quando o coração grita
Tão difícil falar quando a garganta soluça
Pensar, falar, calar a razão com a emoção
Pesar a emoção pela razão, deter o vôo
E pousar sobre as penumbras da vida
Como não olhar para trás se o rumor
Da magoa me segue com seus passos
Pesados em alvoroço descompassado
Como socorrer um coração despedaçado
Que desesperado segura-se no amor
Como parar o relembrar, reerguer
O confiar voltar a acreditar...
Juras-te em nome do amor, perfídia
Assim mentiste, chega, basta agora
Não ceda implora-me a razão
Acaba com essa droga de uma vez
Retoma teu rumo, respira fundo
Como forçar esse tolo coração
A parar de te amar, voltar no tempo
Quando as tardes eram louras
E a saudade trazia teu cheiro
Na brisa das lembranças...
Como? Se não consigo parar...
De sonhar em voltar a voar a teu lado.
(AlexSimas)
Tão difícil calar quando o coração grita
Tão difícil falar quando a garganta soluça
Pensar, falar, calar a razão com a emoção
Pesar a emoção pela razão, deter o vôo
E pousar sobre as penumbras da vida
Como não olhar para trás se o rumor
Da magoa me segue com seus passos
Pesados em alvoroço descompassado
Como socorrer um coração despedaçado
Que desesperado segura-se no amor
Como parar o relembrar, reerguer
O confiar voltar a acreditar...
Juras-te em nome do amor, perfídia
Assim mentiste, chega, basta agora
Não ceda implora-me a razão
Acaba com essa droga de uma vez
Retoma teu rumo, respira fundo
Como forçar esse tolo coração
A parar de te amar, voltar no tempo
Quando as tardes eram louras
E a saudade trazia teu cheiro
Na brisa das lembranças...
Como? Se não consigo parar...
De sonhar em voltar a voar a teu lado.
(AlexSimas)
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