Novamente é Natal...
Tem Pinheiros de plástico, neve de isopor
Luzes piscando pra todo lado
Caridade no atacado e no varejo
Marketing social e muita reportagem
Consumidores correndo apressados
Muitas sacolas e pouca paciência
Comerciantes medindo lucros em percentagem
Desempregados explorados
Em um empreguinho temporário
Gordos suados metidos em cetim vermelho
Abraçando crianças em shoppings entulhados
Escondidos por trás de barbas falsas
Esquivando-se de mãozinhas ávidas por testá-las
Sorriso alugado por alguns trocados
Bêbados comemorando mais um motivo para beber
Motoristas endiabrados xingando o do carro ao lado
Enquanto ouve na radio outro Dingobel
Mães ensinam a seus filhos o que lhes foi ensinado
Nesse dia todos tem pressa, correm pra preparar a festa
Mas, só a meia noite, chagará o especial convidado
Um velhinho muito simpático, chamado Papai Noel
E as crianças, cheias de brinquedos e mimos
Exibem seus sorrisos puros e plenos
Crescem levando a tradição adiante
De uma festa de aniversario
Onde um velho de barba
É mais importante que o Aniversariante
(AeSSeCê)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Buquê de Almas...
Buquê de Almas
A cor que pigmenta a pétala
Não determina a primazia da rosa
É sempre mais belo o jardim
Quando as tem misturadas
A cor que pigmenta a pele
Não determina a primazia de nada
Somos todos flores no jardim de Deus
Que nos fez de varias cores
E uma única raça
A pele veste o corpo
Assim como a cor veste a flor
Cada flor carrega seu perfume
Cada corpo carrega sua alma
E alma não tem cor
Mas tem cheiro
Cheiro de flor
Almas não têm cor
Mas tem luz
São iluminadas por Deus
No esplendor de seu Amor
A beleza desse mundo
Consiste dessa mistura
Do perfume que emana
Desse buquê de almas
(SamisXela)
A cor que pigmenta a pétala
Não determina a primazia da rosa
É sempre mais belo o jardim
Quando as tem misturadas
A cor que pigmenta a pele
Não determina a primazia de nada
Somos todos flores no jardim de Deus
Que nos fez de varias cores
E uma única raça
A pele veste o corpo
Assim como a cor veste a flor
Cada flor carrega seu perfume
Cada corpo carrega sua alma
E alma não tem cor
Mas tem cheiro
Cheiro de flor
Almas não têm cor
Mas tem luz
São iluminadas por Deus
No esplendor de seu Amor
A beleza desse mundo
Consiste dessa mistura
Do perfume que emana
Desse buquê de almas
(SamisXela)
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Hino Atual dos Brasileiros
Hino Nacional dos Brasileiros
Ouvem-se das favelas as margens pútridas o lamento retumbante de um povo plácido
E o sol da liberdade em raios fulgidos reflete em telhados de zinco a todo instante
O penhor dessa desigualdade conseguimos conquistar com a alma mansa
De um povo arrebanhado como gado esperando na pobreza a própria morte
Ó pátria amada
Idolatrada
Salve-nos! Salve-nos!
Brasil um pesadelo intenso, um povo lívido
Da dor e desesperança em que padece
Em teu formoso céu, risonho e límpido
A imagem do desespero resplandece
Se és belo, e forte, impávido colosso
Porque teu povo não vive essa grandeza?
Terra adorada
Entre outras mil
És tu Brasil
Ó pátria abandonada
Dos filhos deste solo
Eras para ser mão gentil
Pátria madrasta
Brasil!
Deitados eternamente em berço esplendido
Ao som do mar e a luz do céu profundo
Fulguram os ricos senhores da America
Iluminados ao sol do novo mundo!
Os donos da terra são garridos
Seus risonhos e lindos bancos
Compram nossas vidas
Acorrentando-nos em seus penhores
Ó pátria amada
Idolatrada
Salve-nos! Salve-nos!
Brasil de amor eterno era para ser símbolo
O lábaro que ostentas estrelado
E diga o verde louro dessa flâmula
Se o futura será melhor que o passado
Só se erguemos da justiça a clava forte
E se nenhum de teus filhos fugirem a luta
Nem que isso lhes custe a própria morte
Terra adorada
Entre outras mil
És tu Brasil
Dos filhos deste solo um dia serás mãe gentil
Pátria amada
BRASIL!
(AeSSeCê)
Ouvem-se das favelas as margens pútridas o lamento retumbante de um povo plácido
E o sol da liberdade em raios fulgidos reflete em telhados de zinco a todo instante
O penhor dessa desigualdade conseguimos conquistar com a alma mansa
De um povo arrebanhado como gado esperando na pobreza a própria morte
Ó pátria amada
Idolatrada
Salve-nos! Salve-nos!
Brasil um pesadelo intenso, um povo lívido
Da dor e desesperança em que padece
Em teu formoso céu, risonho e límpido
A imagem do desespero resplandece
Se és belo, e forte, impávido colosso
Porque teu povo não vive essa grandeza?
Terra adorada
Entre outras mil
És tu Brasil
Ó pátria abandonada
Dos filhos deste solo
Eras para ser mão gentil
Pátria madrasta
Brasil!
Deitados eternamente em berço esplendido
Ao som do mar e a luz do céu profundo
Fulguram os ricos senhores da America
Iluminados ao sol do novo mundo!
Os donos da terra são garridos
Seus risonhos e lindos bancos
Compram nossas vidas
Acorrentando-nos em seus penhores
Ó pátria amada
Idolatrada
Salve-nos! Salve-nos!
Brasil de amor eterno era para ser símbolo
O lábaro que ostentas estrelado
E diga o verde louro dessa flâmula
Se o futura será melhor que o passado
Só se erguemos da justiça a clava forte
E se nenhum de teus filhos fugirem a luta
Nem que isso lhes custe a própria morte
Terra adorada
Entre outras mil
És tu Brasil
Dos filhos deste solo um dia serás mãe gentil
Pátria amada
BRASIL!
(AeSSeCê)
sábado, 13 de novembro de 2010
Porque te Amo?1
Porque te Amo?!
O sol faz festa ao encontrar teus olhos refletindo o céu
O mar acalma-se e deita a teus pés plácidas ondas de carinho
O vento dança alegre nas mansas manhãs de tua alma
Colibris beijam-te a boca alimentando-se do mel de teus lábios
O tempo senta-se extasiado à sombra das roseiras, só para te ver passar
Pássaros formam platéia para ouvir o lúdico canto de tua voz
A lua enciúma-se do louvor que os poetas te dedicam
Estrelas disputam o privilegio de deitar-se em teus cabelos
O arco-íris dobra-se sobre teu ombro orgulhoso em te servir de manto
As flores combinam suas notas na vã tentativa de igualar teu perfume
Fontes de águas cristalinas anseiam refletir a beleza de tua face
Homens se fazem meninos ante a candura de tua presença...
E ainda perguntas por que me apaixonei por ti?
(AlexSimas)
O sol faz festa ao encontrar teus olhos refletindo o céu
O mar acalma-se e deita a teus pés plácidas ondas de carinho
O vento dança alegre nas mansas manhãs de tua alma
Colibris beijam-te a boca alimentando-se do mel de teus lábios
O tempo senta-se extasiado à sombra das roseiras, só para te ver passar
Pássaros formam platéia para ouvir o lúdico canto de tua voz
A lua enciúma-se do louvor que os poetas te dedicam
Estrelas disputam o privilegio de deitar-se em teus cabelos
O arco-íris dobra-se sobre teu ombro orgulhoso em te servir de manto
As flores combinam suas notas na vã tentativa de igualar teu perfume
Fontes de águas cristalinas anseiam refletir a beleza de tua face
Homens se fazem meninos ante a candura de tua presença...
E ainda perguntas por que me apaixonei por ti?
(AlexSimas)
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Sina...
Sina...
Não retarde meu sonhar pelo esplendor das eras
Não deixe que me perca nesse deserto de emoções
Onde os abutres da solidão rapinam minha vontade
Vivi a vida andando sobre movediças dunas de ilusões
Muitos Oasis vislumbrei, vagos adejos de quimeras...
Precito em tenebrosa sina, a das madrugadas vazias
Noites sem lua, dias de eternos eclipses, vazio de sonhos
Nada é maior que essa grande noite que me abraça
Acompanhada pelos latidos boêmicos dos cães vadios
No ritmo inefável de uma poesia desprovida de graça
Trago em minha boca o travo amargo do verbo vazio
Mas minha teimosia não permite que eu deixe de tentar
Minha incansável busca pelo Amor nortea-se na esperança
Niveal flor alabastrina, capaz de sustenta a vida em um fio
Gravitam em seu orbe, toda fé, toda virtude, todo sonhar
Ei de encontrar um sol para escaldar meu peito
Uma fonte de água cristalina que reflita o céu
E o céu nela se reflita, acolhendo meus desejos
Então caminharei pelas areias dessa nova verdade
Deliciando-me no Oasis de teu coração
Minha real sina é ver teu sorriso espargir-se em minha alma
Teus olhos plenos de Amor, brilhantes como perolas ao sol
Entontecer-me nos passos de tua dança, leve como flores tenras
Amar-te além dos versos de Saramago, ou ate mesmo de Caio
Um Amor Sacro e lúbrico nimbado de uma paixão definitiva
(AlexSimas)
Não retarde meu sonhar pelo esplendor das eras
Não deixe que me perca nesse deserto de emoções
Onde os abutres da solidão rapinam minha vontade
Vivi a vida andando sobre movediças dunas de ilusões
Muitos Oasis vislumbrei, vagos adejos de quimeras...
Precito em tenebrosa sina, a das madrugadas vazias
Noites sem lua, dias de eternos eclipses, vazio de sonhos
Nada é maior que essa grande noite que me abraça
Acompanhada pelos latidos boêmicos dos cães vadios
No ritmo inefável de uma poesia desprovida de graça
Trago em minha boca o travo amargo do verbo vazio
Mas minha teimosia não permite que eu deixe de tentar
Minha incansável busca pelo Amor nortea-se na esperança
Niveal flor alabastrina, capaz de sustenta a vida em um fio
Gravitam em seu orbe, toda fé, toda virtude, todo sonhar
Ei de encontrar um sol para escaldar meu peito
Uma fonte de água cristalina que reflita o céu
E o céu nela se reflita, acolhendo meus desejos
Então caminharei pelas areias dessa nova verdade
Deliciando-me no Oasis de teu coração
Minha real sina é ver teu sorriso espargir-se em minha alma
Teus olhos plenos de Amor, brilhantes como perolas ao sol
Entontecer-me nos passos de tua dança, leve como flores tenras
Amar-te além dos versos de Saramago, ou ate mesmo de Caio
Um Amor Sacro e lúbrico nimbado de uma paixão definitiva
(AlexSimas)
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