Prazeres Canibais...
Meu corpo tem fome do teu
Desejo-te com a ânsia dos esfomeados
Enche minhas mãos com a carne da luxúria
Entorpece meus sentidos com o perfume do desejo
Alimenta-me com teu prazer enquanto devoras o meu
Vem... Entrega-te com a honestidade do animal no cio
Devoremo-nos com ternura e selvageria
Aquece tua alma no calor de meu sangue
Incendeia meu sangue na fogueira de tua carne
Tenho-te fome
A fome encarnada da volúpia
A gula do pecado sem culpa
Cavalgando no arquear demoníaco de tuas ancas
Rumo às estâncias dos prazeres ansiados
Tudo se resume a isso...
A esse grito... A essa fome...
Esse querer destemperado...
Sem disfarce...
Que crucia, aflige... Consome...
Me come...
... Agora, antes que esfrie.
(AtsocErdnaxelA)
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Amor Ansiado...
Amor Ansiado...
Amor de minha vida!
Quando você vai chegar?
Te espero desde sempre
Até quando vou te esperar?
Amor de minha vida!
Tenho vivido de amores inventados
Alegrias em pedaços
Não agüento mais esperar
Amor de minha vida!
Onde você esta?
Me diz amor
Vou correndo te buscar
Na praia
Na cachoeira
Em um deserto de areias
Me diz amor, onde você esta?
Todo esse tempo
Venho vivendo
De encontros e despedidas
É você amor, o destino final de minha vida
Vem amor!
Veste minha pele com tuas mãos
Rega minha boca com teus beijos
Afoga minha alma em tua paz
Vem logo meu amor!
Sem você minha vida é fútil
Meu coração inútil
Não demora mais...
(AlexSimas)
Amor de minha vida!
Quando você vai chegar?
Te espero desde sempre
Até quando vou te esperar?
Amor de minha vida!
Tenho vivido de amores inventados
Alegrias em pedaços
Não agüento mais esperar
Amor de minha vida!
Onde você esta?
Me diz amor
Vou correndo te buscar
Na praia
Na cachoeira
Em um deserto de areias
Me diz amor, onde você esta?
Todo esse tempo
Venho vivendo
De encontros e despedidas
É você amor, o destino final de minha vida
Vem amor!
Veste minha pele com tuas mãos
Rega minha boca com teus beijos
Afoga minha alma em tua paz
Vem logo meu amor!
Sem você minha vida é fútil
Meu coração inútil
Não demora mais...
(AlexSimas)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Bem Vindos!!!
Tem café no bule
Cerveja no poço
Na geladeira, falta gás
La só tem um taco de rapadura
Água doce é na quartinha
Na lata de leite tem farinha
Em cima da mesa, meia cuia de juízo
Que to guardando pra usar na próxima eleição...
Mas posso emprestar um punhado
Não se esqueça de devolver
Limpinho e bem passado.
(Lobo Poeta)
Cerveja no poço
Na geladeira, falta gás
La só tem um taco de rapadura
Água doce é na quartinha
Na lata de leite tem farinha
Em cima da mesa, meia cuia de juízo
Que to guardando pra usar na próxima eleição...
Mas posso emprestar um punhado
Não se esqueça de devolver
Limpinho e bem passado.
(Lobo Poeta)
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Infinitas Finitudes...
Infinitas Finitudes...
Quando a porta do Amor abriu-se para mim
A luz entrou e eu me agarrei a esta luz
Para poder existir além dela
Um Amor que me fez gigante
Diante da pequenez de meu universo real
Alimentei minha alma com os fios desse Amor
Tecendo meu próprio universo de sonhos
Sentado nos limites desse universo me pus a dormir
Até que o sol da razão me acordou
Com sua habitual e gentil selvageria
A eternidade do Amor é tão frugal, efêmera
A sensação do gozo ampliada num continuum infinito
Vive apenas dentro do coração apaixonado
Um imenso círculo de infinitas finitudes
Onde todo eterno é do tamanho de seu tempo
Senti a paixão e o Amor se extinguirem pouco a pouco
Por quantas vezes estendi as mãos
Na vã tentativa de parar o relógio, estancar o tempo
O coração entre o batente e a porta
Pobre coração! Foi esmagado pela força do inevitável
Quando a porta da Dor abriu-se para mim
As trevas entraram e eu me agarrei a esta escuridão
E passei a existir apenas para ela
Uma Dor que me fez escravo
Diante da pequenez de meu universo real
A eternidade da Dor é tão frugal, efêmera
A sensação do sofrer é ampliada num continuum infinito
Vive apenas dentro de um coração desesperançado
Um imenso círculo de infinitas finitudes
Onde todo eterno é do tamanho de seu tempo
(AlexSimas)
Quando a porta do Amor abriu-se para mim
A luz entrou e eu me agarrei a esta luz
Para poder existir além dela
Um Amor que me fez gigante
Diante da pequenez de meu universo real
Alimentei minha alma com os fios desse Amor
Tecendo meu próprio universo de sonhos
Sentado nos limites desse universo me pus a dormir
Até que o sol da razão me acordou
Com sua habitual e gentil selvageria
A eternidade do Amor é tão frugal, efêmera
A sensação do gozo ampliada num continuum infinito
Vive apenas dentro do coração apaixonado
Um imenso círculo de infinitas finitudes
Onde todo eterno é do tamanho de seu tempo
Senti a paixão e o Amor se extinguirem pouco a pouco
Por quantas vezes estendi as mãos
Na vã tentativa de parar o relógio, estancar o tempo
O coração entre o batente e a porta
Pobre coração! Foi esmagado pela força do inevitável
Quando a porta da Dor abriu-se para mim
As trevas entraram e eu me agarrei a esta escuridão
E passei a existir apenas para ela
Uma Dor que me fez escravo
Diante da pequenez de meu universo real
A eternidade da Dor é tão frugal, efêmera
A sensação do sofrer é ampliada num continuum infinito
Vive apenas dentro de um coração desesperançado
Um imenso círculo de infinitas finitudes
Onde todo eterno é do tamanho de seu tempo
(AlexSimas)
sábado, 14 de agosto de 2010
Mais uma Dança, Por Favor!
Mais uma Dança, Por Favor!
Tá tudo bem!
Sim, tá tudo bem!
Melhor assim!
Melhor fingir!
Tá tudo bem!
Tudo normal!
Melhor assim!
Pra que assumir
Que tudo vai mal!
A vida é assim!
Meus olhos vermelhos
São do vento
Poeira de lembranças
Em redemoinho de pensamentos
Tá tudo bem!
O vento vai mudar
Melhor assim!
Ser vento e seguir
Ser pluma e voar
Tá tudo bem!
É só mais uma historia
Vai passar
É sempre assim!
Outra musica vai surgir
Outra historia começar
Novas vidas para marcar
Tá tudo bem!
É só mais um navio deixando o cais
Melhor assim!
Usar o lenço apenas para acenar
Tá tudo bem!
Todo verão traz temporais
Tá tudo bem!
Todo caminho tem seus espinhos
Mas, as pétalas que caem das flores
Perfumam o chão
E nenhuma dor é maior
Que a paixão que a gerou
É sempre assim!
Coração só sofre porque Ama
Só Ama porque vive
E viver é Amar
Amar, sempre Amar!
Sim, tá tudo bem!
Me deixa aqui
Só desejo esperar
Meu novo Amor
Que vai chegar
Tá tudo bem!
E quando esse Amor novo
Um dia também for saudade
Eu terei aprendido
A Amar melhor
Sim, melhor assim!
Sempre pronto
Para dançar
A próxima canção...
(AlexSimas)
Tá tudo bem!
Sim, tá tudo bem!
Melhor assim!
Melhor fingir!
Tá tudo bem!
Tudo normal!
Melhor assim!
Pra que assumir
Que tudo vai mal!
A vida é assim!
Meus olhos vermelhos
São do vento
Poeira de lembranças
Em redemoinho de pensamentos
Tá tudo bem!
O vento vai mudar
Melhor assim!
Ser vento e seguir
Ser pluma e voar
Tá tudo bem!
É só mais uma historia
Vai passar
É sempre assim!
Outra musica vai surgir
Outra historia começar
Novas vidas para marcar
Tá tudo bem!
É só mais um navio deixando o cais
Melhor assim!
Usar o lenço apenas para acenar
Tá tudo bem!
Todo verão traz temporais
Tá tudo bem!
Todo caminho tem seus espinhos
Mas, as pétalas que caem das flores
Perfumam o chão
E nenhuma dor é maior
Que a paixão que a gerou
É sempre assim!
Coração só sofre porque Ama
Só Ama porque vive
E viver é Amar
Amar, sempre Amar!
Sim, tá tudo bem!
Me deixa aqui
Só desejo esperar
Meu novo Amor
Que vai chegar
Tá tudo bem!
E quando esse Amor novo
Um dia também for saudade
Eu terei aprendido
A Amar melhor
Sim, melhor assim!
Sempre pronto
Para dançar
A próxima canção...
(AlexSimas)
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